Manutenção e resgate de legado em Belo Horizonte
Sistema que ninguém quer tocar, sem manual e sem quem responda por ele. Eu entro, entendo, prendo o que já funciona e mudo por partes — com a operação rodando o tempo todo.
O QUE INCLUI
- Mudança por partes, sem parar a operação
- O que já funciona fica protegido antes de eu mexer
- Correção de erro e atualização com prazo acordado
O sistema que ninguém quer tocar
Existe em quase toda empresa que passou dos dez anos: o sistema que roda a operação, que ninguém entende inteiro, cujo manual nunca existiu e cujo autor saiu há anos. Ele funciona. E é justamente por funcionar que virou refém — qualquer mudança assusta, então nada muda, e a cada ano o custo de mexer aumenta.
O primeiro reflexo costuma ser refazer do zero. É quase sempre a decisão mais cara: o sistema antigo carrega anos de regra de negócio que ninguém sabe enunciar, mas que a operação usa todo dia. Refazer tudo de uma vez descobre essas regras uma a uma, com a empresa já usando, no pior momento possível.
Como eu entro
Antes de mudar qualquer coisa, eu prendo o que já funciona: monto uma rede de conferências automáticas que roda a cada alteração e acusa na hora se alguma regra antiga parou de valer. Não é capricho — é a única forma de saber que a mudança de hoje não quebrou o que ninguém lembrava que existia. É o que transforma "não pode mexer" em "pode mexer com segurança".
Depois, mudança por partes. O sistema muda aos pedaços, com a operação rodando o tempo todo — cada pedaço substituído entra no ar e prova que funciona antes de o próximo começar. Sem data de virada, sem fim de semana de migração, sem plano B que é voltar tudo para a cópia de segurança.
E correção de erro com prazo acordado, para o que não pode esperar a próxima etapa.
Quem chama por isso
Empresa cujo desenvolvedor original saiu e deixou o sistema sem quem responda por ele. Operação que precisa de um recurso novo num sistema que ninguém se arrisca a alterar. Quem já ouviu de três fornecedores que "o melhor é refazer do zero" e desconfia — com razão.
O que eu preciso de você
Acesso ao sistema e a um lugar onde eu possa rodá-lo fora do ar, e uma pessoa da operação disponível para responder o que o sistema não conta. A regra de negócio real quase nunca está escrita; está com quem usa a tela todo dia.
Como funciona
Diagnóstico gratuito de 30 minutos, onde eu já digo o que dá para fazer e o que não dá. Escopo e preço por escrito antes de começar, e um mapa do que muda em qual ordem — em sistema antigo, a ordem é metade do trabalho.
Depois de cada entrega no ar, 30 dias de ajuste inclusos.
Prazo e investimento
Correção pontual e atualização resolvem em duas semanas ou até um mês. Resgate com a rede de conferência e mudança por partes é trabalho de dois a três meses para cima, e eu prefiro dizer isso antes: prazo curto demais aqui é como se cria o próximo sistema que ninguém quer tocar.
As faixas começam em até R$ 2 mil e o orçamento final sai sob medida, por escrito. Atendo de Belo Horizonte e remoto para todo o Brasil, com resposta em até 1 dia útil.
PERGUNTAS FREQUENTES
O desenvolvedor original sumiu. Dá para assumir o sistema?
Dá, e é o caso mais comum aqui. Preciso de acesso ao código e a um ambiente onde eu consiga rodar o sistema, mais uma pessoa da operação disponível para responder o que o código não conta — a regra de negócio real quase nunca está escrita, está com quem usa a tela todo dia.
Não é melhor refazer do zero?
Quase sempre é a decisão mais cara. O sistema antigo carrega anos de regra de negócio que ninguém sabe enunciar, mas que a operação usa todo dia, e refazer tudo de uma vez descobre essas regras uma a uma com a empresa já usando, no pior momento possível. Eu prendo o comportamento atual antes de mexer e mudo por partes, com a operação rodando o tempo todo.
Quer isso no seu projeto?
Conte o que você precisa em 4 passos, cerca de 1 minuto. Respondo em até 1 dia útil com 30 minutos marcados para olhar o seu caso.